Atualmente, os estudos vêm avançando significativamente também na área do processamento sensorial, cujos déficits nas pessoas que apresentam TEA são significativos e não foram valorizados anteriormente.

O processamento sensorial de uma criança que apresenta TEA oferece alguns traços e que merecem ser expostos aqui. Você por acaso já reparou se seu filho, aluno, ou outra criança de seu convívio apresenta uma predileção específica por determinado alimento (que tenha uma textura peculiar? Talvez não seja sabido por muitos, mas essa característica faz parte do aspecto sensorial de um autista.

 

Isso acontece porque a criança apresenta alterações dos sentidos que configuram sua percepção sensorial sobre as coisas, a saber: audição, olfato, tátil, visual e paladar. Nesse caso, o autista também pode manifestar o que chamamos de TPS (Transtorno de Processamento Sensorial), que configura um desordenamento das habilidades sensoriais. As consequências dessa desorganização são a hipersensibilidade ou a hipossensibilidade apresentada pela criança.

Por isso, atualmente, recomenda-se que intervenções e terapias na integração sensorial sejam também incluídas, buscando possibilitar a criança a capacidade de administrar melhor os estímulos provenientes dos sentidos.

Em todos os aspectos analisados, seja na comunicação, interação social, cognição, processamento sensorial, etc, é fundamental oportunizar o maior número de ferramentas e possibilidades de agir no mundo.

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